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segunda-feira, 30 de março de 2015

Grandes Nomes dos Musicais – Parte IX - James Lapine

O  homem por trás de Into The Woods
Tenho apresentado desde 2013 aqui no blog do CP MUSICAL uma série que conta a história de algumas personalidades do Teatro. Postamos até hoje sobre as personalidades citadas abaixo:

- Stephen Sondheim

- Angela Lansbury

- Bernadette Peters

- Idina Menzel

- Andrew Lloyde Webber

- Julie Andrews

- Kristin Chenoweth

- Audra McDonald


Hoje vamos conhecer um pouco de um dos mais conhecidos dramaturgos e diretores, James Lapine.
James Lapine


Com o recém lançado filme "Into The Woods", muitas pessoas vem conhecendo e virando fã da obra e de suas belas músicas compostas por Stephen Sondheim. O que poucas pessoas conhecem é o autor da história. Afinal de contas quem teve a ideia de misturar todos aqueles contos de fadas em uma belíssima história. E é sobre essa pessoa que vamos falar hoje.

Premiado dramaturgo e diretor de musical James Lapine tem uma longa parceria com Sondheim. Ganhando um premio Pulitzer com o musical "Sunday In the Park Witch George". 

Reconhecido como o co-criador de um dos musicais mais inovadores nos palcos da Broadway, James Lapine nasceu em 10 de janeiro de 1949, em Mansfield, Ohio, Estados Unidos. Ele mudou-se para a Pensilvânia e Califórnia para cursar o ensino médio, depois de formado desembarcou em Nova York, onde ocupou vários postos de trabalho, incluindo garçom, guia de turismo, fotógrafo freelance, artista gráfico e preservacionista arquitetônico. Ele também fez o trabalho de design freelance para a revista da escola de teatro “Yale School of Drama”.

O trabalho de Lapine impressionou o reitor da escola, Robert Brustein, que pediu Lapine não só para projetar todo o material impresso da escola, mas também para integrar o corpo docente como professor de design. Em uma fusão curiosa de especialização e meio ambiente, Lapine acabou direcionando sua turma a encenar uma peça de sua autoria chamada “Photograph” foi aí que ele descobriu a profissão de dramaturgo e diretor.

Sondheim, Lapine, e Bernadette Peters  no primeiro ensaio de Into The Woods.


A produção de “Photograph” em 1977 foi inovadora por usar projeções dentro de um teatro, se mudou para o off-Broadway, em Nova York, por seu sucesso Lapine ganhou um “Obie”, seu primeiro de muitos prêmios de teatro. Seu próximo projeto foi a peça "Twelve Dream"s, também combinou suas sensibilidades visuais com o seu interesse na história, memória e surrealismo.

No entanto, foi o trabalho de Lapine com compositores William Finn e Stephen Sondheim que o levaram ao sucesso. Em 1981, junto com William Finn foi  criada a peça "March of the Falsettos", a peça contava a evolução de uma família judaica no decorrer do tempo. A peça foi vencedora do premio  Tony Awards.

Lapine em uma viagem de encantou pela pintura de “Georges Seurat's” nomeada de “ A Sunday Afternoon on the Island of La Grande Jatte .  Chamou Sondheim para uma conversa sobre o drama e a narrativa que podia ser montada em torno de todos aqueles personagens que estavam retratados no quadro. O resultando foi que a tela se tornou um musical inovador que iria ganhar dois prêmios Tony e um prêmio Pulitzer. "Sunday In the Park Witch George" apesar de hoje em dia estar um pouco esquecido foi com certeza o maior sucesso de Lapine.

Lapine passou a criar mais shows premiados com Sondheim-incluindo "Into the Woods", uma homenagem aos clássicos dos irmãos Grimm, que recentemente foi levado às telonas pela Disney, onde Lapine assina o roteiro cinematográfico.

Recentemente ele assinou a versão teatral de “Little Miss Sunshine” ao lado de Finn. Ele também dirigiu várias produções, incluindo "Dirty Blonde", "O Diário de Anne Frank" e o recente "Revival de Annie".

Lapine também escreveu e  dirigiu alguns filmes, incluindo "Earthly Posses", estrelado por Susan Sarandon, e do recente documentário da HBO produzido com o ex-crítico de teatro Frank Rich, “Six by Sondheim” que apresenta os detalhes da vida do compositor, contado através de seis canções.


FONTES:
jameslapine.com/biography
www.biography.com/people/james-lapine-21468273
www.pbs.org/wnet/broadway/stars/james-lapine/


sexta-feira, 27 de março de 2015

O Sapateado no Cinema



Gene Kelly and Jerry Mouse


Assim como o sapateado invadiu os palcos, ele também invadiu as telas de cinema com o advento de filmes musicais.

Enquanto os sapateadores negros continuavam a sofrer com a segregação racial o sapateadores brancos tornavam-se estrelas de cinema no momento da era de ouro dos filmes musicais, estes que serviam como escapismo diante do advento da Segunda Guerra Mundial. 

Nestes filmes buscavam mostrar a identidade americana, bem como o bem viver, a beleza, as belas mulheres.

Fred Astaire and Ginger Rogers



As grandes estrelas que surgiram neste período foram: Gene Kelly, Fred Astaire, Ginger Rogers e Elanor Powell.




Fred e Ginger


Gene Kelly ficou conhecido por sua criatividade, seus números sempre foram surpreendentes neste aspecto, já Fred Astaire, primava pela perfeição técnica, estudava horas e horas até que seus números ficassem perfeitos. Como Fred Astaire não era considerado um galã, ele sempre estava ao lado de belas atrizes-sapateadoras, é o caso de Ginger Rogers, que não era boa sapateadora, mas era muito bonita e charmosa.Eleanor Powell era uma sapateadora à altura de Fred Astaire, mas Ginger Rogers acabou fazendo muito mais filmes ao lado de Fred.


A lista de filmes com cenas de sapateado é bastante extensa. 

Dentre eles podemos citar:
  • The Gay Divorcee (1934), com a dupla que apareceria em muitos outros filmes Ginger Rogers e Fred Astaire.

Fred e Ginger em The Gay Divorcee



  • Shall We Dance (1937), com músicas do renomado compositor George Gershwin e estrelado por Ginger Rogers e Fred Astaire.



Fred e Eleanor em The Broadway Melody (1940)



Gene Kelly e o Jerry em Anchors Aweigh (1944)

  • Stage Door (1937), com Katharine Hepburn, Ginger Rogers, Lucille Ball e Ann Miller no elenco.


  • Stormy Weather (1943), com um elenco de negros somente e estrelado por Bill “Bojangles” Robinson, grande sapateador negro.


  • An American In Paris (1951), estrelado por Gene Kelly e Leslie 


  • Singin' In The Rain (1952), ou Cantando na Chuva, estrelado por Gene Kelly, Debbie Reynolds e Donald O’Connor.


  • The Band Wagon (1953), estrelado por Fred Astaire, Cyd Charisse e Jack Buchanan.


  • White Nights (1985), conhecido no Brasil como “O Sol da Meia - Noite”, com Baryshnikov no elenco.


  • Stepping Out (1991), com Liza Minelli no elenco interpretando uma dançarina da Broadway decadente que dá aulas de sapateado.


Sugiro assistir trechos dos musicais citados no You Tube ou até mesmo comprar esses filmes para assistir na íntegra. Algumas das cenas são realmente inesquecíveis!

Links:
www.tapdance.org


https://books.google.com.br/books?id=rU9dUaCsd94C&pg=PA139&dq=the+first+hollywood+movie+with+tap+dance&hl=pt-R&sa=X&ei=53oAVabXHoHxggT224CABA&ved=0CB0Q6AEwAA#v=onepage&q=the%20first%20hollywood%20movie%20with%20tap%20dance&f=false


Tradução e adaptação: Thati Abra



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

DA BROADWAY PARA O CINEMA

Ninguém pode negar a química perfeita que gira em torno do cinema e do palco, por isso grandes musicais de sucesso na Broadway vão para as telonas tentando explorar o sucesso que já existiu no teatro, buscando uma maior projeção é também um alcance maior de público.

Conheçam alguns musicais que viraram filmes de grande sucesso.

CHICAGO

Por muitos anos pensou que os musicais não teriam mais vez em Hollywood. Isso mudou um pouco com a chegada de Moulin Rouge - Amor em Vermelho (2001), mas foi com Chicago (2002) que o cinema norte-americano avisou que a era dos musicais ainda não havia chegado ao fim. Dirigido por Rob Marshall e estrelado por Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e Richard Gere, o longa foi sucesso de público e crítica. Arrecadou mais de US$ 300 milhões em todo mundo e recebeu seis estatuetas no Oscar, incluindo Melhor Filme.
Com coreografia do lendário Bob Fosse, o musical Chicago estreou na Broadway em 1975, tendo como inspiração uma peça homônima escrita pela jornalista Maurine Dallas Watkins.

O FANTASMA DA ÓPERA 

A história do fantasma da ópera nasceu no início do século XX, em um livro escrito por Gaston Leroux, mas foi Andrew Lloyd Webber o responsável por uma de suas versões mais famosas. Afinal de contas, o compositor criou aquele que é o musical com maior número de apresentações na Broadway em todos os tempos.
Diante de tamanho sucesso, logo nasceu a ideia de adaptar a peça teatral para o cinema. Entretanto, foi necessária mais de uma década para que o projeto enfim se tornasse realidade. Em 2005, 19 anos após a primeira encenação nos palcos, O Fantasma da Ópera enfim chegava aos cinemas. O filme foi mal nas bilheterias americanas, onde arrecadou US$ 51 milhões, mas faturou mais que o dobro desta quantia - US$ 103,3 milhões - nos demais países.

GREASE

Em 1971, foi criado o musical Grease, sobre a juventude norte-americana dos anos 1950. No início, este espetáculo foi considerado agressivo e mesmo vulgar, e as montagens sucessivas acabaram retirando a maioria do conteúdo controverso do texto inicial. Grease teve sua última apresentação na Broadway em 1980, quando ele ainda era o espetáculo de maior longevidade do país.



A adaptação, Grease - Nos Tempos da Brilhantina (1978) trazia John Travolta e Olivia Newton-John nos papéis principais. O filme teve uma produção modesta e um orçamento reduzidíssimo (US$6 milhões) mas, superando todas as expectativas, ele se tornou o filme musical de maior bilheteria nos Estados Unidos, arrecadando US$188 milhões mundialmente.

A NOVIÇA REBELDE

O filme A Noviça Rebelde (1965) fez tanto, mas tanto sucesso em todo mundo que até ofuscou o fato de que antes de chegar aos cinemas a história passou pelos palcos da Broadway. Último trabalho escrito pela lendário dupla Rodgers & Hammerstein, The Sound of Music estreou em NY em 1959, baseado em memórias de Maria von Trapp.
Comandada por Robert Wise, a versão para os cinemas arrecadou quase US$ 160 milhões nos Estados Unidos, algo marcante para a época. Conquistou cinco prêmios no Oscar, com destaque para Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora. O elenco conta com participação marcantes de Julie Andrews e Christopher Plummer. 

WEST SIDE STORY

Escrita por Arthur Laurents, a peça West Side Story estreou na Broadway em 1957, fazendo uma adaptação livre do clássico "Romeu e Julieta", de William Shakespeare. O musical fez muito sucesso nos palcos norte-americanos, conquistando cinco indicações ao Tony Awards, incluindo Melhor Musical.
Em 1961, a história chegou aos cinemas pelas mãos de Robert Wise e Jerome Robbins. Amor, Sublime Amor gira em torno do romance proibido entre Tony e Maria. O longa conquistou 10 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, e entrou de vez para a história dos musicais hollywoodianos. Grandes estudiosos da aérea apontam West Side Story como o musical de "perfeita harmonia".







sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A ERA DOS MUSICAIS NO CINEMA

Algumas vertentes da arte possuem uma história tão longa que é praticamente inacessível à nós detalharmos cada fase da música ou das artes plásticas, por exemplo, pois há casos de registros desde a época pré histórica.
Porém, com o cinema acontece justamente o contrário, a origem da sétima arte é muito acessível, pois é justamente um curto período de tempo desde a sua criação. Por isso conseguimos acompanhar a sua evolução e torná-la muito mais verossímil a nossa sociedade.



Após os primeiros trinta anos do cinema, aparece em 1927 o primeiro filme com trilha sonora gravada e sincronizada: “O Cantor de Jazz”, não por acaso um musical, conta a história de um pretendente a cantor que sofre preconceito dos jazzistas tradicionais por ser branco.

Tinha como ator principal Al Jolson, a maior estrela dos musicais da Broadway. O filme inaugurou a era do cinema falado e o gênero musical era a melhor forma de explorar a novidade do som na sétima arte. Na mesma época despontava nas telas os talentos de Fred Astaire e Ginger Rogers, dois talentos revelados nos musicais da Broadway. 

Entre as décadas de 1940 e 1960, a produção de filmes musicais atinge seu ápice em Hollywood, com o surgimento também de novas estrelas, como Judy Garland, Gene Kelly, Bing Crosby.  
Filmes  como "O Mágico de Oz" (direção de Victor Fleming, 1939), "Agora Seremos Felizes" 
(direção de Vincente Minnelli, 1944), "Modelos" (direção Charles Vidor, 1944), "Cantando na Chuva" (direção de Stanley Donen e Gene Kelly,1952), "O Rei e Eu" (direção de Walter Lang, 1956), "Amor, Sublime Amor" (direção de Jerome Robbins e Robert Wise, 1961) e "My Fair Lady (direção de George Cukor, 1964) tornaram-se clássicos do gênero.  

Muitos deles, como "Amor, Sublime Amor" foram adaptações de musicais bem-sucedidos nos palcos da Broadway. Grandes estudiosos do Teatro Musical mundial dizem que "Amor, Sublime Amor" é um filme tecnicamente perfeito, onde as musicais complementam o roteiro, o roteiro se encaixa nas musicas, a fotografia harmoniza com a história, etc.

Nessa era dourada do cinema hollywoodiano, os musicais tiveram um papel destacado na indústria cinematográfica. Mas, no fim da década de 60, o gênero mostrava sinais de esgotamento na sétima arte. Naqueles anos, a contracultura hippie e a cultura pop inspiraram alguns musicais que atualizaram a linguagem do gênero e o mantiveram ainda por algum tempo entre os mais apreciados do cinema.

Hoje, não só os filmes musicais fazem sucesso mas também as animações da Disney, por exemplo. Apesar de existir um grande preconceito de alguns diretores conceituados com os filmes musicais, até hoje são produzidos em massa, ganhando não somente às telonas, mas também séries americanas e animações infantis e adultas.

Algumas adaptações de musicais da Broadway para o cinema ganham até novas musicas ou reformulações, deixando o filme mais interessante de assistir. Grandes diretores dessas produções tem a sensibilidade de perceber que a linguagem cinematográfica é e deve ser diferente do espectador assistir à história num teatro, por isso essas adaptações são sempre bem vindas.
Um exemplo recente foi a adaptação do musical Rent para as telonas. Na Broadway o musical é todo cantado, quase sem texto, porém no cinema o diretor optou por incluir as musicas e transformar todo o texto musical em diálogos falados. O que resultou num filme que atingiu um público diferenciado, não só de musical.

Grandes musicais, grandes filmes. Vale a pena conferir cada um deles.



  

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

DEZEMBRO É MÊS DE MUSICAL NO CINEMA – Parte 02


No mês de dezembro teremos duas grandes obras da Broadway levada aos cinemas. Na semana passada eu trouxe para vocês um poquinho sobre o Musical Annie que estréia no dia 18 de dezembro nos Estados Unidos.

Se você perdeu confira:

http://blogcpmusical.blogspot.com.br/2014/11/dezembro-e-mes-de-musical-no-cinema.html



Hoje vou contar um pouquinho para vocês sobre Into The Woods a peça estréia nos cinemas americanos no dia 25 de dezembro.
O musical de Stephen Sondheim e James Lapine teve a sua estréia na Broadway em 5 de novembro de 1986. O elenco original da peça foi elogiadíssimo pela critica e contava com Bernadette Peters como Bruxa  e Joanna Gleason como a Mulher do Padeiro.

Elenco Original da Primeira Montagem de Into The Woods
Into The Woods teve a sua estréia no mesmo ano que “O Fantasma da Opera” e concorreu lado a lado  no maior premio de teatro Musical o Tony Awards ganhando nas categorias: Melhor Música, Melhor Roteiro e Melhor atriz para Joanna Gleason. Vejamos a baixo Joanna como a Mulher do Padeiro o papel que lhe rendeu o Premio. 


Além da sua produção original, o Musical foi produzido muitas vezes tivemos o musical em cartaz em 1988 , 1990, uma produção televisiva 1991, 1997, 2002, 2010 e  2012 , como parte da mostra Shakespeare ao ar livre na cidade de Nova York 

O musical entrelaça  tramas de vários contos de fadas dos Irmãos Grimm e explora o depois do “Felizes para sempre”.  As historias que se misturam dentro do musical são: "A Chapeuzinho Vermelho ", " João e o Pé de Feijão" , " Rapunzel " e " Cinderela " Todos os contos de fadas são ligados por  uma história original que envolve um padeiro sem filhos , e sua mulher em busca de um filho. 

Elenco de 2002 em sua apresentação no Tony Awards

Já tentaram levar Into The Woods Para o Cinema 2 Vezes.  A primeira em 1994 quando chegou a acontecer uma leitura do texto na casa da atriz e diretora Penny Marshall envolvendo Robin Williams, Goldie Hawn e Cher. A segunda tentativa aconteceu pouco tempo depois e teria Rob Minkoff como diretor e Billy Crystal, Susan Sarandon e Meg Ryan no inexistente elenco, já que o filme não aconteceu. 

A responsável para levar a peça para as telonas é a Walt Disney Pictures. Dirigido por Rob Marshall (Mesmo diretor de Chicago e NINE) o filme conta com um elenco cheio de estrelas:


Vale lembrar que o roteiro do filme foi feito pelo mesmo autor da peça James Lapine e Stephen Sondheim promete uma canção inédita. 



Agora em quanto aguardamos ansiosos a grande estréia, só nos resta ver o trailer do tão esperado filme: 








sexta-feira, 7 de novembro de 2014

DEZEMBRO É MÊS DE MUSICAL NO CINEMA

O cinema musical se prepara para ganhar mais duas obras clássicas do palco.  No dia 19 de dezembro estréia nos Estados Unidos outra versão do consagrado musical ANNIE e no dia 25 de dezembro estréia o tão esperado INTO THE WOODS.
Hoje Falarei um pouquinho sobre o musical ANNIE e na semana que vem trago aqui no blog um post sobre o meu musical favorito desde sempre INTO THE WOODS.

Desenho dos quadrinhos de Harold Gray

Inspirado nos quadrinhos de Harold Gray, Annie conta a história de uma órfã com 10 anos que vive em um orfanato cuidado pela bêbada e maldosa "Tia Agatha". Ela é convidada para passar uma semana na casa do multimilionário nova-iorquino Warbucks e acaba conquistando seu coração e decide adota-la. Mas Annie conta ao homem que seus pais ainda estão vivos e a deixaram no orfanato, prometendo voltar um dia para apanhá-la e por isso ela não quer ser adotada.

Então Warbucks oferece uma recompensa de 50 mil dólares para os seus pais caso apareçam. O irmão de "Tia Agatha", o bandido Rooster, junto de sua namorada trapaceira Lily, armam um plano para se fingirem de pais da menina e ficarem com a recompensa.                                                                                    
Elenco original da primeira montagem Broadway de 1977
O Musical teve a sua estréia na Broadway ano de 1977 e ficou por quase seis anos em cartaz. Estabelecendo um recorde de peça com maior duração no antigo Alvin Theatre que hoje é chamado de The Neil Simon Theatre. E ganhou o Tony Awards de melhor musical no seu ano de lançamento.

Video do Elenco original

No ano de 2012 estreou na Broadway o Revival do musical que encerou sua temporada em janeiro desse ano.

Video do Elenco de 2012 em sua apresentação no Tony Awards de 2013 

E agora no final do ano ANNIE retorna as telonas, com uma releitura mais atual. O musical já foi levado algumas vezes para as telas. Pela Columbia Pictures o filme foi lançado em 1982.

Capa do filme de 1982
 Em 1995 foi feito para a televisão uma montagem curta de cerca de 40 minutos chamado “Annie – Uma Aventura Real”. E em 1999 a Disney lançou Annie o filme com uma super produção dirigida por Rob Marshall. Trazendo grandes nomes no elenco como Audra McDonald , Alan Cumming, e  Kristin Chenoweth.

Video do Filme de 1999

A releitura desse magico musical que estréia esse ano nas telonas conta com grandes artistas como Cameron Diaz e Jamie Foxx. Vejamos o Trailler, e agora só nos resta aguardarmos ansiosos pela estréia.