Quero, hoje, deixar aqui algumas reflexões e considerações à
respeito da importância do ensemble em teatro musical, tendo como base de
reflexão o texto do nosso querido Gerson Steves.
Uma visão mais contemporânea de ensemble seria "o tipo de atuação em que um elenco
funciona como uma equipe" ( definição de Jonnie Patricia Blake). Isso já
definiria tudo ou muita coisa, mas, ainda tem gente que enxerga o ensemble como
algo menor ou de menor importância.
Estaria essa visão atrelada ao comportamento
egoico da era pós revolução industrial/Sociedade pós moderna consumista, ou,
simplesmente ao fato do não entendimento artístico de uma obra/narrativa? Se
fôssemos discorrer sobre esses conceitos, teríamos que gastar algumas horas,
certamente,rs.
Penso que a função de aumentar o brilho, dimensão e
amplitude da narrativa, cabem à este nem sempre valorizado ensemble, muito mais
democrático e criativo, aliás, do que os corpos de baile dos ballets de
repertório(e falo por ter feito vários deles, pra não dizer quase todos, antes
de me tornar solista).
Pensando nessa linha de valor e importância do ensemble,
atores, cantores e bailarinos trabalham para construírem uma gama de códigos,
sejam eles vocais ou corporais, a fim de contribuírem com a eficácia de uma
narrativa. São vários elementos à disposição dos criadores para contarem uma
história, elementos estes que, supostamente, estão sendo ou já foram estudados
à exaustão.
Chamo de "criadores", aqui, nós artistas. Porque, por
mais que me deem marcas e códigos para reproduzir , eu posso e devo emprestar à
estes, a minha partitura interpretativa,
gestual e vocal, senão, em nada me sentiria diferente de um animal adestrado
que obedece comandos.
Logo, todos os elementos de cena (até os inanimados, rs), se
tornam peças fundamentais quando estamos de fato a serviço da ARTE, no meu ponto de vista.
Trazendo mais para o universo da dança no teatro musical,
cada gesto criado e ensaiado, sejam eles no formato solo, duo, trio ou
conjunto, deve e precisa estar a favor da narrativa e, portanto, com IGUAL peso
de responsabilidade.
Cada artista/criador pode e deve construir sua partitura
gestual e corporal a partir do
entendimento profundo do texto, ainda que esteja dançando (e, por favor,
interpretando) ao lado de mais cinquenta ou cem componentes.
À isto chamo, verdadeiramente, dramaturgia da dança, e não
alienada execução de códigos corporais.
Há pouco tempo, rolou nas redes sociais um polêmico post do produtor/assessor de uma cantora internacional do pop, dizendo que ela fazia playback mesmo, pois era impossível cantar e dançar ao mesmo tempo. Rapidamente, quem atua na área de Teatro Musical ou estuda para integrá-la,se posicionou, alguns até bastante indignados.
E eu, refleti alguns pontos do meu trabalho diário, que consiste majoritariamente em preparar meus alunos para fazer exatamente isso: cantar em movimento.
Aqui no CP MUSICAL, nós temos um encontro semanal, intenso, no qual os professores, das diversas áreas, aplicam seus métodos e buscam integrá-los, a fim de que nosso ensino possa ser cada vez mais coerente com os nossos valores, filosofia e missão. Com essa vivência,minhas reflexões sobre o mencionado post e no que consiste meu trabalho,pipocaram e então, venho a vocês compartilhar algumas constatações a que chego a partir da minha área, o canto.
Cantar exige uma série de ações múltiplas, concomitantes e constantes. Tanto físicas, quanto psicológicas e emocionais. Dependendo do que se está cantando e em que formação, ainda é necessário a integração, com público, banda ou colegas de cena. Também se faz preciso envolver o ouvinte na história que a canção conta e fazer com que que haja a compreensão da letra e música, tanto emocionalmente quanto intelectualmente.
Quem estuda ou procura se informar sobre o ato de cantar, já está ciente de que é necessário muito estudo de música e bastante treino das musculaturas envolvidas. Precisa-se criar total domínio de musculaturas muito internas, e às vezes até mesmo bastante difíceis de acessar e perceber. Deve-se controlar o fluxo de ar, emissão, colocação, ressonâncias, dinâmicas, afinação...ufa! São tantas nomenclaturas e ações, não é mesmo? Imagina então, além de tudo isso, dançar, fazer uma coreografia com enfática precisão, cumprir marcas, interpretar de fato?
Enfim ser um ator-cantor ou performer exige uma coordenação absoluta de variadas habilidades. Isso também não é novidade. E já sabemos que repetição, treino se faz mais do que necessário. È obrigatório. Dedicação e muito estudo. Não é impossível, basta treinar e treinar. Certo, mas do que adianta a repetição vazia? Me refiro a vazia para o ato de repetir praticamente à exaustão, sem tentar de fato novos caminhos e se perceber num todo “corpo-mente” enquanto produtor de voz em movimento. Claro, que a repetição obviamente melhora a maneira que realizamos quaisquer tarefas, em um dado momento seu cérebro puf! entende e o corpo faz. Mas, a que custos? Acredito que se não compreendermos, internamente, de fato, nossos processos físicos e emocionais que nos levam à excelência de resultado, essa mesma excelência não chegará, ou se demorará mais do que deveria. Geralmente, até mesmo por questões didáticas e pedagógicas, estudamos as áreas em separado, e depois temos meio que nos virar pra ligar os pontos e executar tudo junto com máxima perfeição e de maneira saudável. A junção das áreas (canto, dança e atuação), por vezes acontece de maneira um pouco tardia e órfã nos estudos.O executor é que “corre atrás”.
Há os exercícios que geralmente são indicados, como, por exemplo cantar correndo na esteira, para que adquiramos resistência respiratória e capacidade de não trepidar a voz enquanto nos movimentamos. Porém, como já mencionei, trata-se de repetição, pura e simplesmente. Penso, que está mais do que no momento, de unirmos à execução da voz em movimento desde quase tão logo comecemos a estudar para tal. O que o estudante ou cantor-ator deve procurar, instigado e orientado pelo seu mestre e ou preparador, desde o momento em que trabalha a captação do seu ar até a sustentação da nota mais longa e aguda, é, através de uma pesquisa do seu fazer vocal fundamentado em conhecimentos específicos do funcionamento do seu aparelho fonador, perceber minuciosamente o que acontece com seu corpo e seu ser em todos os âmbitos: Quais musculaturas ele trabalha e de que maneira isso funciona em determinados movimentos, o que isso reverbera no fazer artístico, por exemplo: “preciso produzir um agudo sustentado enquanto desço ao chão e levanto. Em que momento exato, do movimento inspiro? Como minhas musculaturas do canto estão se comportando nesse momento em que eu desço, e quando levanto? Como a qualidade do meu som altera se faço desse ou daquele jeito? Que sensação física isso me proporciona?” Certo, que às vezes em determinadas produções possuímos o recurso de backings vocals ou pit singers, mas devemos estar cientes de que quanto melhor eu me conheço, me preparo, me desenvolvo mais abrangência e competência terei para atuar nas variedades do mercado profissional de maneira adequada e saudável. Sim, é um caminho longo, e construímos tijolinho dourado por tijolinho dourado. E estamos sempre em busca de melhorias! Mas com certeza, vale super a pena!
O Halloween é uma festa
comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de Outubro, véspera do dia de Todos
os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais
representativa nosEstados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou
em meados do século XIX.
O universo dos musicais está cheio de; fantasmas, vampiros e bruxas. E trago
hoje alguns musicais onde esses personagens maléficos tão emblemáticos constroem
o show!
O FANTASMA DA ÓPERA
Talvez o mais antigo e assustador
fantasma da Broadway faça parte do musical de Andrew Lloyd Webber, O Fantasma
da Ópera. Afinal o fantasma em busca de vingança nos traz uma série
assustadoras de fatos, entre eles, bolas de fogo, enforcamentos, e o mais
assutador de tudo e a assinatura do show, quando o Fantasma magicamente faz
belo lustre do Majestic Theatre para vir a cair no chão do palco. Esse musical ainda
provoca arrepios quase três décadas após a sua abertura.
Into The Woods
Esse
maravilhoso musical de Stephen
Sondheim traz uma mistura de todos os contos de fadas, e conta com alguns
personagens desse mundo obscuro que pertence o Halloween, como a Bruxa da
Rapunzel, uma mulher sem escrúpulos que busca com todas as forças voltar a ser
bela. Um lobo que come uma menininha e a
sua avó, e uma gigante em busca de vingança fazem parte da trama do musical.
As Bruxas
de Eastwick
As Bruxas de Eastwick é um musical 2000 baseado no romance de mesmo nome de John Updike.
Três mulheres entediadas se reúnem para se divertir e conversar sobre variados assuntos.
É claro que o principal tema na pauta das três são os homens e seus defeitos, e de como seria,
em tese, o homem ideal. Elas acabam de envolvendo com o próprio diabo que as transforma em bruxas.
Lestat
Lestat estreou no Teatro Curran, San Francisco, Califórnia, em 17 de Dezembro de 2005 e encerrado
em 29 de Janeiro de 2006. O musical estreou na Broadway no Palace Theater em 25 de março de
2006 e encerrada em 28 de Maio de 2006, depois de 33 visualizações e 39 performances,
Baseado no romance de Anne Rice, entrevista com o Vampiro.
Lestat conta a história do homem que se transforma em vampiro.
O CP MUSICAL começa hoje mais uma nova jornada do seu blog !
Teremos agora toda Segunda-Feira um post novo para vocês !
Os professores do CP e equipe, colocarão semanalmente um assunto, dicas, pesquisas e tudo sobre o universo do CANTO,DANÇA E INTERPRETAÇÃO e é claro do TEATRO MUSICAL.
Mudamos o dia de postagem para que você tenha a oportunidade de ler durante a semana toda e ficar sempre antenado nas novidades do mercado e da nossa pesquisa sobre o teatro musical!
E mais uma novidade !
Agora os alunos terão a oportunidade também de participar do nosso blog !
A cada 15 dias, as Sextas-Feiras, sairá um post de um dos alunos que fazem parte do CP MUSICAL!
Eles poderão falar sobre as áreas que estudam, dicas de espetáculos que foram assistir, dissertar sobre assuntos da arte de atuar, cantar e dançar !
Estreou no dia 11 de março do musical “Ou Tudo, ou Nada” depois de uma temporada de sucesso no Rio, o musical chega em terras paulistanas.
O CP MUSICAL esteve em uma apresentação especial para a imprensa e conta tudo para você.
O Musical é uma adaptação do filme britânico de 1997 “The Full Monty” e foi transposto para o palco por Terrence McNally (Roteiro) e David Yazbek (Musica).
A versão musical foi totalmente americanizada, seis metalúrgicos desempregados e com baixas perspectivas. Decidem apresentar um show de strip-tease masculino depois de verem suas respetivas esposas e colegas vibrarem em uma boate da cidade. Um deles, Jerry, que precisa de dinheiro para pagar a pensão do filho declara que seu show será melhor do que dos dançarinos já existente pois eles vão tirar tudo!
Enquanto se preparam para o show, vemos diversas crises apresentadas através de seus medos, auto-consciência, e ansiedades, eles superaram seus demônios interiores e encontraram força em sua amizade.
O musical teve a sua estreia mundial no Old Globe Theatre, em San Diego do dia1º de junho a 9 de julho de 2000. A produção estreou na Broadway no Eugene O'Neill Theatre em 26 de outubro de 2000 e finalizou sua temporada em setembro de 2002, após 770 performances e 35 previews.
O musical foi dirigido por Jack O'Brien e coreografado por Jerry Mitchell, iluminação por Howell Binkley, e figurinos de Robert Morgan. O elenco da noite de abertura incluiu Patrick Wilson, André DeShields, John Ellison Conlee, Jason Danieley, Marcus Neville, Kathleen Freeman, Denis Jones, Emily Skinner, e Annie Dourada.
O musical estreou no West End no Prince of Wales Theatre, em Março de 2002 e encerrado em 23 de novembro de 2002. A produção ganhou o prêmio London Evening standard Theatre de Melhor Musical.
No Brasil, o musical chega com concepção e direção do experiente diretor e ator Tadeu Aguiar, fartamente premiado por Quase Normal.
“Sou apaixonado por musicais desde sempre! Acredito que o musical tem o poder de deixar tudo mais ‘leve’, ou pelo menos ‘aparentemente mais leve’. Nos espetáculos que dirijo, é pensando nisso que busco temas que, a meu ver, precisam ser discutidos. Foi assim com Quase Normal, tratando da bipolaridade; foi assim com Quatro Faces do Amor, discutindo o amor em suas diferentes formas, e é assim com Ou Tudo ou Nada, com personagens que enfrentam uma crise econômica, falando da importância de nos despirmos dos nossos medos, de nos enchermos de coragem e de buscarmos o futuro que queremos para nós”, diz o diretor Tadeu Aguiar.
Ou Tudo ou Nada tem direção musical de Miguel Briamonte (das versões brasileiras de O Fantasma da Ópera, Chicago, A Bela e a Fera, Les Misérables) e texto em português de Artur Xexéo, com realização da Estamos Aqui Produções Artísticas, em parceria com a Brainstorming Entretenimento. Artur Xexéo, autor da versão para o português, destaca a atualidade do texto: “Ou Tudo ou Nada é um musical surpreendente. Baseado no roteiro de um filme de 1997 deixa a impressão de que Terrence McNally o escreveu ontem. Crise econômica, desemprego, uma discussão sobre o papel do homem e da mulher na sociedade, parece que nada mudou nos últimos 20 anos."
Ou Tudo Ou Nada está em Cartaz no Teatro NET SP até o dia 01 de maio Rua Olimpíadas, 360 - Shopping Vila Olímpia/5° andar Bilheteria: terça a domingo a partir das 14h. Estacionamento do shopping: R$ 10 por três horas Vendas: www.ingressorapido.com.br / 4003.1212
Ficha Técnica: Autores: Terrence McNally (texto) e David Yazbek (música)
Baseado no filme da Fox Searchlight Picture escrito por Simon Beaufoy, produzido por Uberto Pasolini, dir. de Peter Cattaneo. Direção: Tadeu Aguiar Direção musical: Miguel Briamonte | Versão para o português: Artur Xexéo
Elenco:
Mouhamed Harfouch (Jerry)
Saulo Rodrigues (Dave)
André Dias (Malcolm)
Victor Maia (Ethan)
Carlos Arruza (Harold)
Sérgio Menezes (Jegue)
Xande Valois / Pedro Henriques Motta (Nathan)
Patrícia França (Vicki)
Kacau Gomes (Geórgia)
Sylvia Massari / Betina Vianny (Jeanette)
Stela Celanuo (Pam)
Carol Futuro (Estela)
Claire Nativel (Susan)
Larissa Landin (Joana)
Fabio Bianchini (Bobby/Keno)
Felipe Niemeyer (Teddy)
Gabriel Peregrino (Regis)
Cenário: Edward Monteiro Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal Coreografia: Alan Rezende Desenho de luz: David Bosboom e Daniela Sanchez Desenho de som: Gabriel D’Angelo e Bruno Pinho Multimídia: Paulo Severo Orquestração: Harold Wheeler Arranjos vocais e incidentais: Ted Sperling Arranjos para músicas de dança: Zane Mark Preparador vocal: Mirna Rubim Design gráfico: Claudia Xavier Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Músicos:
Miguel Briamonte, Daniel Sanches – piano
Josias Franco, Ricardo Hulck, Marco Moreira (Chiquinho) – sopros
Pedro Silveira – guitarra
Leandro Vasques – baixo
Leandro Pagani – bateria
Coordenação de produção: Norma Thiré
Produção geral: Eduardo Bakr
Produtor Associado: Brainstorming Entretenimento
Realização: Estamos Aqui Produções Artísticas
No dia 2 de março, a equipe do CP MUSICAL esteve presente na coletiva de imprensa do musical “Meu Amigo Charlie Brown”, que estréia no próximo dia 05 no Teatro Frei Caneca em São Paulo.
O musical retorna a São Paulo pela produtora Néctar Cultural. A mesma produtora já havia produzido esse mesmo musical em 2010. E agora em 2016, volta com parte do elenco de 2010 Leandro Luna (Charlie Brown), Paula Capovilla (Lucy Van Pelt), Mariana Elisabetsky (Sally Brown) e se unem a eles, Tiago Abravanel (Snoopy), Guilherme Magon (Schroeder), Mateus Ribeiro (Linus Van Pelt), Tecca Ferreira (Swing feminino) e Douglas Tholedo (Swing masculino).
A direção permanece por Alonso Barros.
Durante o início da década de 60, Clark Gesner escreveu algumas canções sobre Charlie Brown e sua turma, mas não conseguiu a liberação da até então detentora dos direitos, United Features Syndicate, para gravação de um disco com a imagem dos personagens.
Gesner então enviou para o cartunista criador do desenho Charles M. Schulz, uma gravação das musicas. Schulz se encantou pelas musicas e autorizou a gravação do disco.
Na época, Gesner não tinha planos para um musical baseado neste "álbum conceitual". No entanto, o produtor Arthur Whitelaw, incentivou Gesner para transformar o álbum em um musical.
A adaptação para o palco do álbum conceitual, ganhou o nome You’re a Good Man, Charlie Brown, E os ensaios começaram em Nova York em 10 de fevereiro de 1967. Antes de sua estréia, o musical não tinha um roteiro real, foram várias vinhetas com um número musical para cada uma.
Em 7 de Março de 1967, o musical estreou off-Broadway, A direção ficou por conta de Joseph Hardy e a coreográfa Patricia Birch foi anunciada como "Assistente do Diretor". Joe Raposo, que ficou famoso pelo seu trabalho em Vila Sésamo, foi anunciado como "Diretor Musical" e compositor de música incidental para o show. Esta produção de You’re a Good Man, Charlie Brown durou 1.597 performances, fechando em 14 de fevereiro de 1971.
Depois disso, o musical passou por dezenas de montagens, e se popularizou pelo mundo.
O fato de ser uma produção simples com apenas 6 atores e poucos cenários, porém com uma partitura musical detalhada e surpreendente e texto de humor ácido, fez com que se tornasse um sucesso comercial, se tornando um dos espetáculos musicais com maior número de montagens na história do teatro americano.
Quem assina brilhantemente a tradução do musical é a também atriz Mariana Elizabetsky, que assina também as versões de Wicked atualmente em Cartaz no Teatro Renault. Ao ser perguntada da dificuldade de interpretar uma criança em cena, a atriz conta que na primeira montagem em 2010 estava grávida de gêmeos, e hoje eles com 5 anos, o inspiram muito a sua personagem Sally, que também tem 5 anos: “ É Meio maluco que eu tenho em casa duas crianças de 5 anos me falando todas essas coisas que a gente fala em cena”
A atriz Paula Capovilla ainda comenta o quanto demanda energia interpretar uma criança:“Cansa muito, a criança tá sempre muito ativa muito atenta, e temos que trazer isso para o nosso corpo que é uma coisa que a gente já não tem tanto. E na hora que o espetáculo acaba parece que corremos uma maratona, é o tipo de espetáculo que não dá para se fazer tranquilo. O ator precisa estar sempre atento”
O espetáculo Estreia dia 05 de Março de 2016 no Teatro Shop. Frei Caneca e fica em cartaz até o dia 24 de abril. Serviço: MEU AMIGO CHARLIE BROWN Um musical da Broadway Teatro Shopping Frei Caneca (600 lugares) Rua Frei Caneca, 569 - 7º Andar. Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230 Grupos: (11) 3472-2226 / www.teatrofreicaneca.com.br Bilheteria: de terça a domingo, das 13h até o início do espetáculo. Nos dias em que não houver espetáculo, a bilheteria funciona até às 19h. Vendas: (11) 4003.1212 / www.ingressorapido.com.br Março: Sábados e Domingos às 17h30 e 20h Abril: Sábados às 15h e 17h30 | Domingos às 16h Ingressos: R$ 80 Duração: 90 minutos Recomendação: livre Gênero: musical
Ficha Técnica: Baseado nas Tirinhas de Charles Schulz Um Musical de Clark Gesner Versão Brasileira – Mariana Elisabetsky Elenco: Tiago Abravanel - Snoopy Leandro Luna - Charlie Brown Paula Capovilla - Lucy Van Pelt Mariana Elizabetsky - Sally Brown Guilherme Magon - Schroeder Mateus Ribeiro - Linus Van Pelt Tecca Ferreira - Swing feminino Douglas Tholedo - Swing masculino Direção e Coreografia – Alonso Barros Diretor Musical e Maestro Regente – Sandro Silva Direção Vocal – Rafael Villar Direção de Produção – Danny Olliveira e Leandro Luna Cenários – Chris Aizner Figurinos – Jô Resende Iluminação – Paulo César Medeiros Direção Financeira – Danny Olliveira e Priscilla Squeff Stage Manager – Lucas Farias Assessoria Jurídica – Marcelo Takeyama Fotógrafo – Caio Gallucci Comunicação e Filmes – Ponto Case Assessoria de imprensa - Morente Forte Realização – Néctar Cultural
Viver da arte no Brasil não é nada fácil, tem que batalhar muito. Escrever projetos para serem aprovados em qualquer tipo de lei também não é pra qualquer um. Por isso surgiu o CROWDFUNDING através da Benfeitoria, a famosa vaquinha de uma forma um pouco mais moderna. Surgiu para poder financiar idéias, tirar do papel e realizar. A Benfeitoria é um negocio social, para fomentar uma cultura mais humana, colaborativa e realizadora no Brasil. Se quiser saber mais sobre entre no site e veja todos os projetos que estão por lá. https://beta.benfeitoria.com/campanhas
Mas estou aqui para falar de um deles especificamente: O PALHAÇO E A BAILARINA!
Um projeto de dois grandes artistas com uma trajetória incrível de vida e profissão Kiara Sasso e Lázaro Menezes!
Esse projeto já estava na mente mais que criativa do Lázaro há anos, mas somente em 2015 conheceu a bailarina de sua vida, para poderem finalmente solidificar essa ideia.
Depois de muitas conversas conseguiram colocar no papel o que queriam e estão aguardando, é a colaboração (que pode ser de vários valores) de todos os amigos, amigos de amigos, colegas, pessoas apaixonadas por arte para a estréia em Fevereiro de 2016
Confira esse casal especial falando um pouco sobre o projeto:
Acesse o site da benfeitoria e curta a página do "Palhaço e a Bailarina" !
A maioria dos estudantes, especialmente os iniciantes, sentem a necessidade de ver-se no espelho durante as aulas de dança.
De fato, muitos acham que o espelho é uma ferramenta essencial em uma aula de dança.
No entanto, em uma pesquisa feita por alunos de dança da Broadway Center(NY), aulas de dança das quais um espelho não está presente, cerca de metade dos alunos se perdem durante um exercício e alguns realmente se sentem aliviados por não terem que abordar a questão da auto-percepção e sua imagem no espelho.
Sabe aquele momento em que sua professora pede para passar a coreografia virada pra parede? Que medoooo !!!
Existem teorias no mundo da dança em que o bailarino deve perceber seu corpo de uma forma cinética, ou seja, perceber de onde vem o seu movimento utilizando apenas a intuição, a consciência corporal e o próprio movimento.
O espelho, nesse caso, é um monstro, pois permite com que o bailarino se corrija esteticamente e não técnicamente. Se corrigindo esteticamente, o bailarino perde essa percepção e a “memória de limpeza”. Ele se torna incapaz de manter o movimento correto. Cabe ao professor alertá-lo e ensiná-lo sem o espelho, para que assim o aluno adquira a consciência corporal adequada.
Com freqüência, especialmente nos bailarinos iniciantes, a imagem visual é mais poderosa do que a percepção destes movimentos.
Portanto, um bailarino não pode depender de forma total do espelho para dançar, pois assim pode haver um atraso em seu desenvolvimento. A melhor maneira é perceber a diferença entre a imagem gerada no espelho e a ocupação do seu corpo no espaço. "Quando usar um espelho, bailarinos, lutem para que o espelho não seja um vilão e sim seja um aliado para o estudo, estimulando a sua capacidade de concentração durante aula. Que juntos possamos encontrar a melhor forma para aprendermos e pesquisarmos!".
Quando moramos numa cidade
como São Paulo, percebemos que por mais que estejamos atentos, muita coisa passa
despercebido de nossos olhos, monumentos históricos, pontos turísticos,
restaurantes e pessoas na rua, tudo acaba se tornando parte da paisagem
(caótica e apressada) cotidiana e simplesmente não olhamos... Temos que correr
!!!!
O mesmo acontece com teatros e
peças em cartaz!
Quantas vezes não falamos: "Vou assistir a peça do fulano
no teatro" e nos damos conta que não está mais em cartaz. Ou, ainda,
quantas vezes descobrimos que determinada peça está em cartaz apenas por mais
uma semana e não conseguimos assistir. Bom, comigo isso já aconteceu algumas
vezes.
Para evitar tristezas futuras
listei 10 espetáculos musicais
imperdíveis que estão em cartaz na cidade de São Paulo HOJE !!!!
Sim ! Você sabia que temos 10
peças do gênero em cartaz, hoje ?!?! E isso falando apenas das montagens
profissionais adultas. Se listarmos as infantis profissionais e as amadoras
adultas/infantis a lista ficará maior ainda.
A cidade tem teatros e espaços
culturais mais afastados do centro e peças com pouca divulgação, além disso,
hoje em dia, cada peça trabalha com sites de venda diferentes, o que (as vezes)
dificulta a vida do espectador.
Vamos lá a nossa missão:
pesquisar, nos divertir e (claro, tentar) ASSISTIR A TUDO !!!!(Rs)
Vamos a primeira metade da
nossa listinha:
CONSTELLATION – UMA VIAGEM MUSICAL PELOS ANOS 50
Local: Espaço Promon Sala São Luiz
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 - Itaim Bibi -
São Paulo - SP
Quinta e Sexta às 21h00, Sábado às 19h00 e 21h30 e
Domingo às 18h00
SINOPSE
Após temporada carioca de grande sucesso de público e
crítica, por um período de 6 meses e um total de 100 apresentações, no Teatro
Vannucci, o musical "Constellation - Uma viagem musical pelos anos
50" aterrisa em São Paulo, para sua primeira temporada paulista no Teatro
Espaço Promon. A peça ficará em cartaz de quinta e sexta 21:00, sábado as 19:00
e 21:30 e domingo as 18:00.
O ano é de 1955. O cenário, uma Copacabana que vivia sua
época de ouro, encantando celebridades internacionais e lançando modismos que
se espalhavam pelo país. Foi nesse contexto que a Varig adquiriu a aeronave
mais moderna que havia no mercado da aviação e inaugurou uma nova rota entre
Rio de Janeiro e Nova Iorque. Surgia o Super Constellation G, um avião super
luxuoso, que reduziu o tempo de voo de 72 horas para apenas 20 horas e
influenciou diretamente nos hábitos locais. Este é o pano de fundo para o
musical "Constellation", dirigido por Jarbas Homem de Mello e escrito
e idealizado por Cláudio Magnavita. Sob direção musical de Beatriz de Luca e
coreografias de Vanessa Guillen, o público desfruta de um repertório de 16
canções clássicas americanas da década de 50 como "Only You",
"Blue Moon", "Stand By Me", entre outros sucessos. No
elenco estão Julie, Lovie Elizabeth, Drayzon Menezzes, Franco Kuster e Marcio
Louzada.
Av. Rebouças, 3970 3° Piso - Shopping Eldorado -
Pinheiros - São Paulo/SP
Quinta as 21h, Sexta as 21h30, Sabado as 21h, Domingo as
19h
SINOPSE
Terrence MacNally baseou o enredo de Master Class nas
lendárias aulas magnas (master classes) proferidas pela grande soprano Maria
Callas no início dos anos 70 na Julliard School of Music de Nova York. Na peça,
Callas repreende os alunos da mesma maneira enérgica com que os encoraja ao
mesmo tempo em que confronta os desapontamentos e dissabores de sua própria
vida e de seu relacionamento com o bilionário grego Aristóteles Onassis. De
forma genial e habilidosa o público ri e se emociona com este que é considerado
um dos melhores textos teatrais de todos os tempos e que segue comovendo e
divertindo plateias de todo o mundo! Master Class recebeu o Drama Desk Award
além do famoso Prêmio Tony de melhor espetáculo da Broadway.
Quinta e Sexta às 21h00, Sábado às 17h00 e 21h00 e
Domingo às 16h00 e 20h00
SINOPSE
Superprodução baseada na história do gênio da sétima arte
chega a São Paulo. O grande espetáculo da Broadway, produzido por Claudia Raia
e Sandro Chaim, traz cinco músicas inéditas e características de estreia
mundial.
Das ruas de Londres aos estúdios de Hollywood, o
nascimento de um gênio do cinema. ‘Chaplin, O Musical’ refaz os passos que
levaram sir Charles Spencer Chaplin ao estrelato e transporta a plateia ao
universo do eterno Carlitos, o Vagabundo.
O espetáculo é estrelado por Jarbas Homem de Mello que,
no papel de Chaplin, divide com o irmão mais velho, Sydney (Marcello Antony), o
sonho de uma realidade melhor do que a que lhes é oferecida. Desde muito novo,
Chaplin observou e admirou o talento de sua mãe, Hannah (Naíma), que brilhava
como cantora de teatro. Herdeiro de sua desenvoltura sob os refletores, não
demorou para que tudo que ele aprendeu da coxia despertasse a atenção dos
produtores de teatro e, mais tarde, dos donos de estúdios de cinema.
Durante o musical, o público acompanha os detalhes que
fizeram nascer, ao mesmo tempo, um grande personagem e seu empenhado mestre
criador. O cenário dessa história é um grande estúdio, onde tudo está em
mutação o tempo todo, com a intenção de trazer o público para dentro do
backstage.
Para contar essa trajetória, que inclui uma agitada vida
amorosa, a relação de cumplicidade com Sydney e escolhas políticas e
profissionais, estão também no palco: Oona O’Neill (Giulia Nadruz), sua quarta
e última esposa; a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla);
o grande empresário do Music Hall londrino Fred Karno (Leandro Luna); e Mack
Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone, responsável pela
estreia de Chaplin no cinema.
Terça a quinta: 16:00 às 19:00h Sexta: 16:00 às 21:30h Sábado:
15:00 às 21:00h Domingo: 14:00 às 19:00h
SINOPSE
Single Singers Bar: é um espetáculo musico-teatral
ambientado no palco de um bar com a estética de cabaré e traz atores que
retratam a solidão, acompanhadas apenas por um pianista, cantando músicas que
também tratam da solidão. As canções que fazem parte da peça expressam ainda as
características de cada figura interpretada. Um é mais romântico, o outro mais
ordinário, um terceiro mais delicado... E todos se apresentam em solos ou
duplas.
Este cenário, combinado à trajetória do espetáculo que
começa otimista, alcança as questões da realidade e constrói um ambiente de
“glamour decadente”. Para traduzir melhor a evolução da peça, o diretor
Dagoberto Feliz cita um trecho de “Nowadays”, uma das músicas que abre o
espetáculo: “O tempo vai passar e tudo vai murchar, mas, por enquanto, é
assim”.
Como se trata de uma encenação sobre a apresentação de
cantores solitários em um bar, o cenário da peça traz um palco para cima do
palco do teatro; algo que o diretor Dagoberto classifica como “metateatral”. As
canções que fazem parte do espetáculo Single Singers Bar são de musicais e
autores americanos ou alemães. As
composições de músicos como Cole Porter (“Let’s Do It, Let’s Fall in Love”, Ira
e George Gershwin (“By Strauss” e “Lorelei”), Irving Berling (“Your Can’t Get a
Man with a Gun”, “Homework” e “When the Midnight Choo Choo”), George Gershwin
(Prelúdio nº 2 para Piano), Kander & Ebb (“Nowadays”, “Pinneaple”, “Don’t
Tell Mamma”, “Mr. Celophane”, “Class”, “If You Could See Her”, e “Cabaret”), Stephen
Sondhein (“Getting Married Today”), e Kurt Weill têm versões de Claudio Botelho
e Carlos Rennó.
Rua Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia - São Paulo - SP
Quinta e Sexta às 21h00, Sábado às 18h30 e 21h30 e
Domingo às 18h00
SINOPSE
Com oito cenários muito coloridos de Gringo Cardia, no
estilo dos anos 1950 e inspirados nas superproduções de Hollywood, o espetáculo
tem dramaturgia de Miguel Falabella e direção de José Possi Neto. A estreia
será no dia 24 de julho. Com sessões de quinta a domingo, a temporada segue até
18 de outubro.
“Teremos a Claudia praticamente o tempo todo em cena, se
transformando fisicamente e esteticamente. Ela vem muito engraçada e, ao mesmo
tempo, emotiva”, fala o diretor José Possi Neto.
Dizem que a década de 1950 foi a época mais brilhante e mais
triste para o cinema musical hollywoodiano o gênero alcançou seu ápice. E por
outro lado a televisão começava afastar os espectadores das salas de cinema, o
que reduziu a produção cinematográfica. Mas foi em 1952 que Gene Kelly e
Stanley Donnen lançaram o filme musical mais popular de todos os tempos:"Cantando na chuva". E tivemos vários filmes musicais incríveis dessa época também, como:
Lili – 1953, Os Homens preferem as loiras – 1953, Oklahoma – 1955, Rei e eu – 1956 ,entre
outros.
Já no final da década, os estúdios cinematográficos passavam
por uma crise, e os filmes musicais acabaram ficando na mão de produtores
independentes e como resultado, os poucos que ainda filmaram musicais, não
tinham um orçamento para produzi-los, criando assim resultados que podem ser
considerados bem embaraçosos.Como o filme da peça teatral “Top Banana” filmado
diretamente do palco da Broadway. Com poucas câmeras, e em geral planos
abertos. E apesar de estarem presentes grandes estrelas de época, foi
considerado um fracasso.
Na mesma época Walt
Disney,produziu animações musicais como Cinderella (1950), Alice no País das
maravilhas (1951), Peter Pan (1953), A dama e o Vagabundo (1955) e A Bela
Adormecida (1959) todos com refinadas melodias, e uma animação espetacular que
duram como clássicos até hoje.
Vejamos essa lista de filmes Musicais lançados na década de
50:
Quando estamos estudando canto, ainda mais em um
âmbito multidisciplinar como o Teatro Musical, temos a necessidade de que a
atuação, o canto e a dança se integrem em uma perfeita junção, para que o
público veja uma performance natural e orgânica do artista.No entanto na hora
de interpretar a canção, muitos cantores ou aspirantes a cantores, se sentem
simplesmente perdidos, assim como na hora de interpretar um texto, muitos atores
sentem-se inseguros com sua voz.
Muitas perguntas assolam o jovem estudante: Como
conseguir naturalidade no momento em que se canta ou se fala? Como transmitir o
que se está sentindo, sem tender a excessos? Como não me tornar caricato?
Nesse momento a procura por um material de estudo e
pesquisa começa, e é nessa hora que geralmente a busca se mostra frustrante
para aqueles que procuram materiais em português. Interpretação cênica para
cantores e/ou matérias destinados a voz do ator são temáticas raras em nosso
idioma, infelizmente, pois grande parte dos bons títulos estão em inglês e sem previsão
de traduções, levando muitas vezes que o estudante se desmotive na leitura,
sendo uma linguagem técnica ou rebuscada demais.
Nesse post,decidi fazer uma pequena lista de
matérias que acredito ser de grande valia a quem tem interesse no assunto. Em breve um segundo post com mais livros em
português sobre o tema.
Espero que possamos juntos, pesquisar mais e assim
enveredar por novos caminhos.
Bom.... Vamos lá....
O primeiro titulo de hoje é “Estética da voz – Uma
voz para o ator” de Eudosia Acuña Quinteiro. O livro de 1989, está em sua 5ª
edição pela editora Summus e está dividido em 3 grandes capítulos: “O Corpo”,
“A Voz” e “A Palavra”, neles a autora aborda os principais aspectos do contato
ator-voz, como por exemplo: a postura, as estruturas corporais, relaxamentos,
aquecimento, respiração, articuladores, ressonância e vários outros aspectos de
grande valia. O texto escrito por uma fonoaudióloga experiente é de fácil
acesso e leitura.
Outro livro bem interessante sobre o tema é o “Voz
Partitura da Ação” de Lucia Helena Gayotto. Neste livro a autora tenta dar ferramentas da voz a atores
e profissionais de como pensar, criar e grafar as ações vocais de
suas personagens.
O livro é de simples leitura também e as ferramentas
propostas podem ser de grande valia ao ator-cantor.
No livro da cantora
lírica Cristine Bello Guse, temos uma incrível viagem pelo universo operístico
e uma discussão sobre quais as características do gênero e da atuação do cantor-ator.
A música, as falas, o timing
da personagem, as pausas, o autocontrole, a leitura da obra e o construir do
personagem cênico na ópera, desde o momento de sua criação até os ensaios, são
alguns dos temas abordados nas 230 paginas do livro que está disponível pela
editora UNESP.
A leitura e a discussão
proposta que eu super recomendo, podem ser facilmente transpostas para o
universo do teatro musical contemporâneo. Espero que tenha contribuído e que possamos ser atores-cantores ou cantores-atores pesquisadores, com o foco no aprendizado e aprimoramento sempre.
Nesta última Terça-Feira(4/08), tivemos o espetáculo de conclusão do curso intensivo de férias aqui no CP MUSICAL:"TRIBUTO A BOB FOSSE".
Foi uma noite muito especial de homenagem ao grande mestre Bob Fosse, de casa cheia e uma sintonia maravilhosa entre alunos e equipe CP.
Um grupo unido, cheio de energia e sensualidade, que fizeram do segundo curso de férias do CP, inesquecível!
Foram 16 dias intensivos de curso, regidos pelos docentes Thiago Dombidau(Interpretação e Direção Geral), Bruno Santos(Preparação Vocal e Direção Musical), Belu Oliveira(Direção Coreográfica)e Fabio Singillo(Direção de Produção).
Foram gritos argentinos rs : "XENTEEEE MAUM XUNTAAA", vocalizes e mais vocalizes, sem escape de ar por favor, passagem 1000 vezes do Tango no presídio e muita SUPERAÇÃO e EVOLUÇÃO de todos, onde mesmo sendo um curso rápido e intensivo, tivemos muita pesquisa e conhecimento.
Agradecemos muito à todos os alunos, familiares e amigos presentes! Lotamos aquele teatro, foi lindo!
A toda equipe do Teatro Augusta que nos receberam com muito CARINHO e PROFISSIONALISMO!
A equipe docente do CP Musical! Esses são mestres, PARABÉNS !
E nossa equipe técnica que deram um show de qualidade e profissionalismo: Oliveira Rodrigues nossa Iluminadora Jessé Bento nosso Técnico de Som Ziggy nosso Microfonista Flavinha Carsall nossa Assistente de Produção Natália Barbosa nossa parceira Eduardo Singillo nosso parceiro
Ao Marcelo da MC Som e Luz que sempre é um parceirão.
Enfim, eternamente gratos por tudo!
Em breve teremos as fotos e vídeos profissionais realizados pela nossa fotógrafa Bruna Casotti e pela nossa equipe de filmagem da Denny Naka Filmes, nosso MUITO OBRIGADO!
E quem quiser participar desse sonho junto com a gente, fique ligado em nosso site(www.cpteatromusical.com) que em breve sairá o tema das Férias de Janeiro de 2016 !
Enquanto isso, fiquem um pouco com as fotos tiradas pelo nosso caloroso público, desta linda apresentação #VidaLongaaoCP #Gratidão