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quarta-feira, 18 de maio de 2016

3 Documentários Sobre o Teatro Musical que você precisa assistir!




Esse mês eu tive contato com alguns documentários sobre o universo do teatro musical americano que me encantaram. Depois de assistir e rir e chorar com o que rola por trás das cortinas de uma peça Broadway. Venho aqui indica-los para vocês.

Já aviso de antemão que todos são em inglês, e infelizmente não encontrei legendas para nenhum deles. E como o meio de teatro musical ainda é muito pequeno visando o tamanho do Brasil. Creio que nenhuma produtora teve o interesse de importar os filmes para as terras tupiniquins. Portanto para assisti-los temos que baixar de sites ilegais na internet.

Aproposito: "Internet eu te amo por poder encontrar essas maravilhas."


Agora vamos aos documentários: 

Every Little Step (2008)


Dir. Adam Del Deo, James D. Stern   Duração: 96 min

Se você gosta de musicais e ainda não viu esse documentário, eu aconselho a largar tudo (sim, largue tudo agora mesmo, inclusive a leitura deste blog) e vá achar ele para download na internet. Every Little Step leva você para trás do processo da montagem de 2008 de A Chorus Line, e ele está repleto de entrevistas com o elenco original e filmagens dos primeiros workshops e audições.



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Show Business: The Road to Broadway (2007) 


Dir. Dori Bernstein         Duração: 102 min

Show Business lhe mostra os desafios, alegrias e tristezas de uma montagem musical da Broadway a partir da perspectiva de quatro produções diferentes Wicked, Avenue Q, Taboo e Caroline, or Change . Show Business faz um bom trabalho de capturar os desafios de trabalhar na Broadway, desde a pré-produção até o Tony Awards.



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The Standbys (2012) 


Dir. Stephanie Riggs                       Duração:76 min
The Standbys está enquadrado em torno dos atores substitutos de algumas produções Broadway a espera de seu momento. Com participações especiais de Sutton Foster, Jonathan Groff, Cheyenne Jackson e Bebe Neuwirth, o filme põe em evidência as esperanças e os sonhos daqueles que estão à espera nos bastidores.






quarta-feira, 20 de abril de 2016

Você sabe o que é o off Broadway?

O Off Broadway

Vista da plateia do Jewel Box Theater que faz parte do circuito Off Broadway

A peça se denomina Off Broadway quando está em um teatro em nova Iorque que possue entre  100 e 499 lugares. Além de ser um teatro  gerenciado pela  Actors' Equity Association que define e examina o teatro para decidir se ele é Broadway ou seja mais de 499 lugares, se ele é off Broadway de 100 à 499 lugares e Off Off Broadway em teatros com menos de 100 lugares.

Obviamente o tamanho de lugares dos teatros nova iorquinos vem junto com a estrutura ou seja grandes cenários dificilmente cabem em um teatro de 100 lugares, porem não significa que a produção por estar no off Broadway seja ruim ou pobre. Muitas vezes os espetáculos são concebidos para estar no circuito off Broadway. 

                       Heathers the Musical apresentado no Off- Broadway


Embora não seja muito freqüente, espetáculos encenados com sucesso em off-Broadway podem ganhar uma temporada na Broadway. Por exemplo, os musicais "Godspell", "Avenue Q", "Rent", "Spring Awakening", "Hair", "Grey Gardens", "Next to Normal", "Little Shop of Horrors" e "Sunday in the Park with George" de Stephen Sondheim, e as peças "Doubt" e "I Am My Own Wife" foram originalmente apresentados em off-Broadway. 

                                  Naked Boys Singing grande sucesso do Off Broadway

Todavia, algumas produções podem durar anos em off-Broadway; por exemplo, "Stomp", "Blue Man Group", "Altar Boyz", "A Perfect Crime" e "Naked Boys Singing". 
"The Fantasticks", é o musical mais longevo em toda a história do teatro, passou sua temporada original de 42 anos no Off Broadway.
Fonte:



sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Espelho, Espelho Meu!

Vocês sabiam???

A maioria dos estudantes, especialmente os iniciantes, sentem a necessidade de ver-se no espelho durante as aulas de dança.

 De fato, muitos acham que o espelho é uma ferramenta essencial em uma aula de dança.
No entanto, em uma pesquisa feita por alunos de dança da  Broadway Center(NY), aulas de dança das quais um espelho não está presente,  cerca de metade dos alunos se perdem durante um exercício e alguns realmente se sentem aliviados por não terem que abordar a questão da  auto-percepção e sua imagem no espelho.

Sabe aquele momento em que sua professora pede para passar a coreografia virada pra parede? Que medoooo !!!



Existem teorias no mundo da dança em que o bailarino deve perceber seu corpo de uma forma cinética, ou seja, perceber de onde vem o seu movimento utilizando apenas a intuição, a consciência corporal e o próprio movimento.

O espelho, nesse caso, é um monstro, pois permite com que o bailarino se corrija esteticamente e não técnicamente. Se corrigindo esteticamente, o bailarino perde essa percepção e a “memória de limpeza”. Ele se torna incapaz de manter o movimento correto. Cabe ao professor alertá-lo e ensiná-lo sem o espelho, para que assim o aluno adquira a consciência corporal adequada.

Com freqüência, especialmente nos bailarinos iniciantes, a imagem visual é mais poderosa do que a percepção destes movimentos.
Portanto, um bailarino não pode depender de forma total do espelho para dançar, pois assim pode haver um atraso em seu desenvolvimento. A melhor maneira é perceber a diferença entre a imagem gerada no espelho e a ocupação do seu corpo no espaço.

"Quando usar um espelho, bailarinos, lutem para que o espelho não seja um vilão e sim seja um aliado para o estudo, estimulando a sua capacidade de concentração durante aula.
Que juntos possamos encontrar a melhor forma para aprendermos e pesquisarmos!".


sexta-feira, 8 de maio de 2015

CP Férias Julho/2015 - Tributo à Bob Fosse


Visando ampliar o aprendizado e aprimoramento sobre o Teatro Musical , o CP MUSICAL oferece o Curso Intensivo de Férias, CP Férias.

Destinado a atores e não-atores, acima de 16 anos de São Paulo e outros Estados, que queiram aproveitar o Mês de Férias para pesquisar, vivenciar e fazer parte de um espetáculo de Teatro Musical, regado de muito conhecimento e diversão.
Em quatro semanas o aluno tem um desenvolvimento prático significativo em Canto, Dança e Interpretação, acompanhado por excelentes preparadores do mercado Musical .

O Tema escolhido para o espetáculo de Férias do CP MUSICAL / Julho 2015 é : 
“TRIBUTO A BOB FOSSE”.


BOB FOSSE

Bob Fosse foi provavelmente o homem mais influente do jazz dance da história.. Ele coreografou vários grandes musicais da Broadway, como "Cabaret", "Sweet Charity", "Damn Yankees" e "Chicago". Fosse concebeu um estilo próprio que tudo tem continuado a exercer a dança em estúdios ao redor do mundo. Seus créditos são um Oscar por "Cabaret", três Emmy's para "Liza com Z", e dois Tony's Choreographing para a Broadway show "Pippin".

Bob Fosse nasceu em 23 de junho de 1927 em Chicago, Illinois. Nasceu no teatro e foi excursionar mostrando a sua própria dança aos 13 anos chamado de "O Riff Brothers". Fosse cresceu em meio ao Cabaret boates e foi exposto a este tipo de desempenho em seus primeiros anos. Com 15 anos a sua primeira coreografia foi Cabaré, número onde os bailarinos usavam penas de avestruz como um traje, que era muito picante para a época. Este tipo de conotação sexual mais tarde tornou-se uma enorme parte do seu estilo.
Após anos de atuação, tendo aulas, Fosse passou a desempenhar na Broadway. Depois de passar algum tempo na Broadway, ele tem um prazo maior parte em "Dança comigo uma Canção". Fosse também tinha sonhos de fazer grandes musicais em Hollywood e ele viajou e fez alguns filmes, incluindo um papel na dança "Kiss me Kate".

Sua primeira grande oportunidade foi a coreografia de "The Pajama Game", em 1954. Ele também recebeu elogios pela sua encenação de "Vapor Heat ', que se tornou um hit . Depois de mergulhar os pés em Hollywood Bob volta para Broadway e acabou tornando-se famoso. Fosse começou a ter mais e mais trabalho e lenta mas seguramente iniciou um edifício com o próprio nome no circuito da Broadway.
Fosse o estilo realmente se. Ele desejava ter um grupo de bailarinos e, por vezes, teria apenas um dedo ou uma sobrancelha que se deslocam em um momento. Ele foi muito simplista mas poderosos no seu estilo e movimento. Ele fazia os bailarinos mover-se muito lentamente. Fosse em qualquer número, você está certo de encontrar cigarros, meias e um chapéu. Ele usou um cool, jazz sensibilidade em sua coreografia e movimentos pélvicos e pesados.

Fosse morreu em 23 de setembro de 1987 com a idade de 60. Este foi apenas momentos antes da cortina subiu para a sua entrega de 'Sweet Charity'. Ele morreu fazendo o que ele amava; tabagismo e dançar! Sua vida foi retratada no filme biográfico "All That Jazz. Mostrou a sua forma de vida descuidado, bem como o esforço criativo, que fez o seu nome tão grande hoje. Sua lenda continua a viver com o seu estilo e que vemos em muitos trabalhos de hoje.. Sua coreografia em "Chicago" apenas recentemente graced a lasca de madeira na tela uma adaptação por Renée Zellweger e Catherine Zeta-Jones. Seus acertos também foram recriados para o longo executando show "Fosse" na Broadway. Fosse é uma lenda que jamais morrerá. Sua influência sobre a comunidade da dança é, sem dúvida, um dos mais irresistíveis.


Fosse dancers


Bob contratou uma dançarina com o nome de Gwen Verdon que teve o papel principal dançando em "Damn Yankees". Este papel foi vergonhoso para o número «Independentemente Quer Lola, Lola recebe '. Ele começou o seu casting em muitos papéis principais, tais como "Redhead" e "New Girl in Town". This duo ended up getting married in 1960. Este duo acabou por se casar em 1960.
Fosse estava dirigindo e coreografando muitos espectáculos como 'Sweet Charity' e 'Dancin' a 'Chicago' e 'Cabaré'. Ele também foi crescendo n o cinema, bem com muitos de seus hits Broadway que foram definidos para a TV. Ele tinha a sua quota de catástrofes tão bem, mas conseguiu-los. Isso aconteceu logo após o seu ataque cardíaco enquanto trabalhava em sua produção de "Chicago". Gwen teve o papel principal, eles continuaram a trabalhar profissionalmente após o seu casamento dissolvido.

Filmografia

1983 - Star 80 (Star 80)
1979 - O show deve continuar (All that jazz)
1974 - Lenny (Lenny)
1972 - Liza with a Z (TV)
1972 - Cabaret (Cabaret)
1969 - Charity, meu amor (Sweet Charity)


Prêmios

- Recebeu 3 indicações ao Oscar de Melhor Diretor, por "Cabaret" (1972), "Lenny" (1974) e "O Show Deve Continuar" (1979). Venceu em 1972.
- Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original, por "O Show Deve Continuar" (1979).
- Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Diretor, por "Cabaret" (1972) e "Lenny" (1974).
- Ganhou o BAFTA de Melhor Diretor, por "Cabaret" (1972).
- Ganhuou 2 vezes o Prêmio Bodil de Melhor Filme Não-Europeu, por "Cabaret" (1972) e "O Show Deve Continuar" (1979).
- Ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, por "O Show Deve Continuar" (1979).
Curiosidades
- Em 1973 ganhou o Oscar de melhor diretor por "Cabaret", o Tony de melhor diretor por "Pippin" e o Emmy de melhor diretor por "Liza with a Z". É até hoje o único diretor a ganhar, no mesmo ano, os três principais prêmios de direção da indústria do entretenimento Americana.
Fonte: http://www.ebah.com.br

Espetáculos Musicais a serem estudados no CP Férias – Julho 2015 :




  


Serviço:
07 a 31 de Julho
Terças a Sextas das 19h ás 22h
Local: Rua Saturnino dos Santos, 74 - Ipiranga - Em frente a estação Santos-Imigrantes ( Linha Verde)
Valores:
R$ 530 - Novos Alunos
R$480 - Alunos e ex alunos CP MUSICAL
Inscrições:
www.cpteatromusical.com



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Aquecimento Vocal: O que é e qual a necessidade dele?


Falar de aquecimento vocal é mexer em um assunto extenso e complexo que não poderia ser resumido em apenas algumas linhas, mas devido as dúvidas mais frequentes que tenho ouvido por ai, eu tentarei fazer um breve resumo sobre o caminho que eu considero mais eficaz e adequado.

 Aquecer a voz na verdade é um processo de preparação de um instrumento, nosso corpo.
Quando observamos um atleta, seja ele um jogador de futebol, um nadador olímpico, um ginasta sempre podemos notar que alongar e aquecer faz parte de uma rotina preparatória e antecessora a pratica.
Para nós cantores não poderia ser diferente, temos que preparar nosso corpo para o canto que é, sem duvida, uma atividade física/muscular.
Começamos sempre com o Alongamento do corpo (Braços, pernas, cervical, clavícula, e costas) buscando a eliminação de tensões e correção de postura. Sempre devemos começar a nossa prática alongando nosso corpo, se o corpo está relaxado e sem tensões excessivas o corpo tende a produzir um som relaxada e flexível, caso contrário a produção sonora será rígida e tensa.


Em seguida partimos para o que chamamos de aquecimento ATIVO, que vamos dividir em algumas partes.
A primeira delas é composta dos alongamentos dos músculos internos da laringe  com exercícios que buscam aumentar o fluxo sanguíneo local, estimular o funcionamento das musculaturas e preparar o corpo para a carga que virá a seguir. Exercícios de relaxamento da laringe e fortalecimento dos músculos Cricotireóideos (CT) e Tireoaritenóideos (TA), entre outros, fazem parte desse grupo.
Não buscamos beleza vocal ou construção de timbre nessa fase, estamos apenas condicionando e alongando a musculatura interna.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

CONHECENDO A ATRIZ,CANTORA E BAILARINA:SUTTON FOSTER !!!


Sutton Foster, grande atriz, cantora e bailarina da atualidade. 

Sutton Lenore Foster nasceu na Georgia em 18 de Março de 1975, cresceu em Michigan e atualmente mora na cidade de Nova Iorque. Ela participou dos musicais: "The Will Rogers Follies"," Grease!"," The Scarlet Pimpernel"," Annie" e "Les Miserables" antes de estourar e ganhar o Tony Award em "Thoroughly Modern Mille".

Ela foi protagonista dos seguintes musicais: "Little Woman", "The Drowsy Chaperone", "Young Frankenstein" e "Shrek o Musical". E estrelou a remontagem do musical "Anithing Goes", pelo qual ganhou o Tony de 2011,além de outros prêmios.
No video indicado abaixo, vocês poderão ver Sutton Foster em um ensaio de um número do musical "Anything Goes".
Sutton passou um tempo em Los Angeles, onde estrelou a série da ABC "Bunheads".
Em breve ela estará na série "Younger" de outro canal.
Ela começou na TV aos 15 anos e a TV é uma de suas paixões.
Tem também uma carreira como cantora solo, já tendo feito shows, inclusive na famosa casa de espetáculos,  Carnegie Hall.

 O ensaio do número:


E agora, o mesmo número apresentado no Tony Awards em 2011, a maior premiação de Teatro Musical.





Fonte: 



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Grandes DIVAS do Teatro Musical - Parte I !!!

Quando fui pesquisar para escrever esse post procurei bastante sobre o conceito de “Diva”, sempre esbarro com definições como  “Mulher brilhante”, “Personificação de uma mulher que seja exemplo para outras”, “Musa inspiradora” e afins, o fato é que a o conceito de “Diva” vem sendo construído a séculos e deriva-se do conceito de “prima-donna” primeiras cantoras da ópera italiana dotadas de personalidade marcante e apelo arrebatador de público. 
Pelos palcos da Broadway podemos ver a o aparecimento de diversas “divas” emergentes o tempo todo, nessa primeira parte do post não falaremos delas, falaremos das GRANDES DAMAS DO TEATRO MUSICAL, aquelas que não podem ser esquecidas.



A primeira delas é a doce Julie Andrews, atriz e cantora, teve sua estreia nos palcos londrinos em 1947, estreando na Broadway anos depois, consagrada por musicais como “A Noviça Rebelde”, “Mary Poppins”, “My  Fair Lady”, “Camelot” e tantos outros papéis no palco e nas telas de cinema.
Vamos ver um pouquinho de Julie, escolhi um Medley, pois, confesso que, seria incapaz de escolher apenas uma canção:



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Depois temos que falar da grande Liza Minelli, dona de um timbre marcante e de uma força de palco invejável a filha de Judy Garland ganhou um prêmio Tony com apenas 19 anos , e as 23 já estava sendo indicada ao Oscar. Imortalizada por trabalhos como “Cabaret” e “Flora the Red Menace”, ela ainda se apresenta em concertos e atrai multidões para suas plateias.

Aqui vemos Liza já em 1991, já com seus 45 anos, cantando New York New York:


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A Nova Iorquina de 72 anos Barbra Streisand, é uma das grandes musas do Teatro Musical mundial, foi protagonista em musicais e filmes musicados como “Funny Girl”, “Hello, Dolly!”, “Funny Lady”, “Yentl” e outros, Barbra é ganhadora de dois Oscar, oito Grammy, um Emmy e um Tony.

Aqui temos a Sra. Streisand no maior estilo Diva de ser:


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

BOB FOSSE EM HOLLYWOOD !!!




Robert Louis Fosse, nasceu em 23 de Junho de 1927 em Chicago, Illinois, Estados Unidos. Foi casado três vezes, com Gwen Verdon, Joan McCracken e Mary Ann Niles, respectivamente. 
Morreu em 23 de Setembro de 1987 em Washington, DC, Estados Unidos.
Excelente bailarino, coreógrafo e diretor que ficou famoso pelo estilo de suas coreografias, que se tornaram um estilo dentro do Jazz Musical.
Coreografias estas que em geral abusavam da sensualidade, pequenos gestos e em que os bailarinos usavam chapéus e luvas. 
Fosse começou a usar chapéu porque começou a ficar careca aos 17 anos e usava luvas porque não gostava de suas mãos, assim inseriu ambos adornos em suas coreografias.
Ele ganhou sete Tony Awards, o maior prêmio de Teatro Musical, ao qual foi indicado  mais de 15 vezes.
Em 1973, ele ganhou um Academy Award pela direção do filme Cabaret (1972),  um Tony Award pela direção do musical Pippin e um Emmy Award pela direção do musical Liza with Z(1972). 
Ele foi o único diretor a receber estes três grandes prêmios no mesmo ano.
Iniciou sua vida profissional no Teatro Burlesco ainda jovem, este que veio a influenciar seu estilo.
Em 1953 ele apareceu no filme musical da MGM Kiss Me Kate. O seu trabalho chamou a atenção do diretor da Broadway George Abbott e do coreógrafo Jerome Roberts.
Em 1954, Fosse coreografou o show Pajama Game, que foi dirigido por George Abbott. O estilo Fosse, que incluia movimentos complexos e influências do Vaudeville torneu-se popular rapidamente. Pajama Game deu a Fosse seu primeiro Tony Award por melhor coreografia.
No musical seguinte, Damn Yankees, que foi um sucesso, ele conheceu Gwen Verdon com quem se casou em 1960 e teve uma filha, Nicole.

Além dos filmes e musicais já citados,Fosse coreografou também, Chicago, Sweet Charity, entre outros.
Sugeri o video abaixo para que tenham a oportunidade de ver este coreógrafo e diretor no papel de bailarino!Se quiserem obter mais informações sobre esta personalidade do Teatro Musical sugiro as páginas abaixo que foram fontes deste texto.

Então, assistam a este vídeo e vejam pequenos trechos de Bob Fosse, o coreógrafo que criou um dos estilos de jazz  musical, dançando em filmes musicais de Hollywood!

Percebam a versatilidade dele!








Tradução: Thati Abra - Professora de Dança do CP Musical.