segunda-feira, 15 de setembro de 2014

CONHECENDO A ATRIZ,CANTORA E BAILARINA:SUTTON FOSTER !!!


Sutton Foster, grande atriz, cantora e bailarina da atualidade. 

Sutton Lenore Foster nasceu na Georgia em 18 de Março de 1975, cresceu em Michigan e atualmente mora na cidade de Nova Iorque. Ela participou dos musicais: "The Will Rogers Follies"," Grease!"," The Scarlet Pimpernel"," Annie" e "Les Miserables" antes de estourar e ganhar o Tony Award em "Thoroughly Modern Mille".

Ela foi protagonista dos seguintes musicais: "Little Woman", "The Drowsy Chaperone", "Young Frankenstein" e "Shrek o Musical". E estrelou a remontagem do musical "Anithing Goes", pelo qual ganhou o Tony de 2011,além de outros prêmios.
No video indicado abaixo, vocês poderão ver Sutton Foster em um ensaio de um número do musical "Anything Goes".
Sutton passou um tempo em Los Angeles, onde estrelou a série da ABC "Bunheads".
Em breve ela estará na série "Younger" de outro canal.
Ela começou na TV aos 15 anos e a TV é uma de suas paixões.
Tem também uma carreira como cantora solo, já tendo feito shows, inclusive na famosa casa de espetáculos,  Carnegie Hall.

 O ensaio do número:


E agora, o mesmo número apresentado no Tony Awards em 2011, a maior premiação de Teatro Musical.





Fonte: 



sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Grandes Nomes dos Musicais - Parte VIII – Audra McDonald

Tenho apresentado desde o ano passado aqui no blog do CP MUSICAL uma série que conta a história de algumas personalidades do Teatro Musical americano. 

Já falamos de:
- Stephen Sondheim
- Angela Lansbury
- Bernadette Peters
- Idina Menzel
Andrew Lloyde Webber
- Julie Andrews

Hoje é dia de falar da minha “Cantriz” Favorita Audra McDonald, conhecida pelos seus papeis em peças como Carousel, Ragtime, Twelfth Night e Porgy and Bess, Audra já ganhou nada mais nada menos do que seis Tony´s Awards ao longo de sua carreira.




Nascida em Berlim na Alemanha no dia 03 de julho de 1970 filha de pais americanos, sua mãe Anna Kathryn era administradora de uma universidade e seu pai Stanley McDonald era diretor de uma escola. Mais tarde seu pai se filia ao serviço militar americano e se muda com a família  para Fresno na Califórnia.




Diagnosticada com hiperatividade e Déficit de Atenção começou a estudar teatro na adolescência como um auxilio terapêutico para o tratamento de sua doença.
Estudou no programa de arte da escola Roosevelt e paralelamente trabalhou com suas tias que lançavam um grupo de musica gospel chamado de Mcdonald Sisters onde Audra ajudava em alguns vocais.  No ensino médio Audra vai estudar em Nova York música clássica e arte dramática graduando-se em 1993
Um ano após sua formatura fez a audição e passou para o elenco do Revival de Carousel, ganhando o seu primeiro Tony Award pelo papel de Carrie Pipperidge
Ganhou outros dois prêmios Tony pelos seus papeis em Master Class de Terrence McNally em 1996 e por Ragtime Musical de 1998 sendo a primeira e única mulher a ganhar 3 prêmios Tony antes dos 30 anos. Em 2004 ela ganhou o quarto tony por A Raisin in The Sun, em 2012 vem o quinto premio por Porgy and Bess, e em 2014 ela entra para a história ganhando o seu sexto premio por Lady Day at Emerson´s Bar and Grill sendo a única atriz a ganhar seis premios tonys na história.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

AÇÕES DE RESPOSTA !!!

Num teatro essencialmente dramático, como é o musical, tudo se dá a partir das ações das personagens que ao se friccionarem criam tensões. Essas tensões podem ser desde amor verdadeiro ao ódio profundo, passando por tudo que há de intermediário e indo além. É neste local de tensão justamente que se dão as ligações da trama. Essas tensões, que já são dadas pelo texto, em cena são dilatadas pelas ações dos atores e pelas novas tensões por eles descobertas, criando uma outra e fundamental tensão: com o público.
Manter o público ligado a tudo que está acontecendo e ainda emocioná-lo é sempre o objetivo. Isso se dá a partir das ações. Estudar o texto e compreender todas as ações é fundamental. Todo trabalho do ator é sempre envolto em ações. Ações pscicofísicas, ações vocais, ações coreográficas, ações cênicas. Enquanto um ator está emanando seu texto (falado ou cantado) as ações pscicofísicas podem desenhar suas intenções e reforçar ou contradizer as ações vocais. Quero falar disso num outro post...
Vamos abordar aqui o trabalho daquele ator que não está proferindo texto (falado ou cantado), mas para quem o ator que diz algo direciona suas ações cênicas. Estou falando aqui de ações de resposta. Aquelas que concordam, reforçam, discordam, atenuam, confrontam, enfim friccionam com as ações emanadas por aquele que “diz” algo.
É muito comum assistirmos atores completamente imóveis diante de outro que está dizendo algo a ele. Isso esvazia a tensão entre eles e a tendência é que o público se desinteresse pela cena (já que a tensão com ele também é esvaziada). Mas é de extrema importância que todos estejam “vivos” em cena e sempre “preenchidos” por ações.
As ações daquele que escuta são, muitas vezes, mais importantes e em maior destaque cênico que as do seu interlocutor. É a disponibilidade desse ator para quem se fala, transformada em ações, que trará possibilidades de leituras ao público, mantendo-o ligado à cena. Isso exige estudo das falas dos demais e das intenções da sua personagem, seguido de um trabalho de intenso de investigações das ações envolvidas.

A inquestionável atriz Vanessa Gerbelli em cena do musical “Quase Normal” nos dá uma bela demonstração de preenchimento por ações de resposta. Notem que ela segura as emoções da “mãe” contracenando sem apenas apreciar seus parceiros de cena, mas provocando-os ao conflito que a cena exige. Esse trabalho primoroso de ações permite que toda sua emoção venha à tona quando começa a dizer seu texto cantado.